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Saturday, November 10, 2007

O grande tesouro (fragmentos Fé) - auto ajuda

Caminhei quilômetros e quilômetros, e cá estou. Diante do Santuário de Fátima, na Europa, em Portugal. Meus pés cansados, minha mente confusa, mas minha fé inabalada.

Para esta caminhada, passei por muitas pessoas, que deixaram algum legado e outros que simplesmente passaram. Penso que a vida é assim mesmo, porém cabe a nós mesmos saber o que realmente nos interessa e o que não. É como separar o joio do trigo.

Com a convicção de que nunca devemos deixar nossa vida nas mãos de outras pessoas, por maior confiança que se depositar nela, claro que existem situações em que isso é inevitável, por exemplo, quando sob cuidados médicos ou por um problema de perda da consciência, ou mesmo por uma incapacidade alheia 'a nossa vontade, mas enquanto tivermos lucidez dos nossos atos, devemos sim, ter esse controle plenamente.

Sonhos que sonhei, sonhos que realizei e sonhos que frustrei, mas sonhos que re-sonhei, que continuam é que nos permite continuar a caminhada, igualmente a essa que me trouxe aqui, neste lugar sagrados aos católicos e às pessoas de fé. Fé que remove montanhas e obstáculos que entravam e atravessam em nossos caminhos e que no final, a recompensa ao esforço vem, ou continuamos a crer em sua vinda. Mas aqui, tudo parece mágico, tudo parece a uma fita de cinema ou histórias que lemos em algum artigo de revista, jornal ou folhetim... Me impressiona o que presencio. A manifestação de fé estampada nos olhos de todos os romeiros e até mesmo uma grande interrogação nos semblantes dos que se dizem incrédulos..., daqueles que vem aqui simplesmente por curiosidade ou porque a visitação deste local faz parte de um roteiro turístico.

A fé é um instrumento realmente poderosíssimo que pode aliviar muitos de pesadelos de realidades cotidianas de extremos. Quando todos duvidarem de ti, todos os ventos soarem contra e todos o fogo e fumaça obscurecerem tem caminha, só existe um caminha a seguir: Deixar que a sua fé (no caso a sua consciência, que te diz verdades sem fantasias) fale em sua defesa. O outro é o sentimento de que "tudo passará", "tudo se esclarecerá" isto implica em Fé e Esperança.

Tomo-me a este assunto, pois sei que nem todas as pessoas estão livres de injustiças, pré-julgamento, pré-conceitos ou dos açoites de línguas na funcionalidade de reios para que a carruagem caminhe em frente, enquanto o conforto de quem a comanda lhe possibilita uma visão muito clara do caminho 'a frente.

A fé faz humildes servos da justiça (consciência), dos legados familiares, das éticas sociais e da dignidade humana, entretanto, absolutamente, isto significa ESCRAVIDÃO. Ao contrário, significa LIBERDADE.

A fé e a esperança é que conduz a humanidade a percorrer caminhos novos e a repassar por caminhos antigos com a finalidade de não esquecer quem fomos, somos e quem queremos ser.

um grande abraço,
Com muita fé.
Leonardo

Monday, November 05, 2007

No mundo da música (numa rápida pincelada) - entretenimento

A música é uma forma de expressão que os seres encontram para se comunicar ou para se divertir. O que poucos sabem é que constitui-se num poderoso instrumento terapêutico na cura dos mais variados males (doenças) que podemos, eventualmente, ser vítima ou testemunha de algum caso próximo. Para a música existem várias definições, de acordo com a sua manifestação. Pode ser uma expressão cultural, uma mensagem do coração ou mesmo um remédio para os males que afetam milhares de pessoas. Por isso diz o ditado popular: "quem canta seus males espanta" e não se espante se concluir que esta é uma acertiva, pois pesquisas de psicólogos e cientistas comprovam que o comportamento de qualquer ser vivo sensível é positivamente ativado ao som de músicas e estas, adequadas a cada situação. Por outro lado, nem sempre, quem canta deixa de ter problemas, ao contrário... todos têm os seus problemas, a diferença de uma pessoa para outra é a forma como estes problemas são enfrentados e esta forma liga-se diretamente 'a base fundamental que é a família e aos aprendizados com as experiências de vida.Cantar é fluir-se e transpor-se em mundos lúdicos e a amenização dos problemas latentes do presente...mas cantar é muito bom, nem que seja uma cantaroladinha, um quase resmungo...faz muito bem 'a alma. Ouça sempre músicas de estilos variados e de acordo com o seu estado de espírito. Sentirás num clássico, uma paz maravilhosa, ou mesmo num som que imite a natureza, que leve o ser humano 'a sua origem, 'a simplicidade e 'a "fuga" da presença do estresse diário. Sinta sempre, quando ouvir, o seu envolvimento profundo com a música. Deixe-a fluir em sua alma como uma copiosa lágrima que não se intimida ao rolar de seus olhos por motivos de alegria ou de tristeza extrema... Pratique a "arte de ouvir", matéria futura de nossos encontros. Para os bons ouvintes, dizemos que as ocasiões inspiram e aguçam nossos ouvidos a determinados estilos de música, pois de que adiantaria ouvir uma música clássica em uma churrascada se, tradicionalmente, só se rega este tipo de evento com músicas sertanejas, samba ou pagode...é uma questão de bom senso, que nossos ouvidos, sabiamente, nos convidam ao prazer da música. Encontre seu estilo, seu artista preferido, sua banda ou mesmo cante em um karaokê, mas cante !!!!
um grande abraço
Leonardo

Saturday, November 03, 2007

Leonardo da Vinci (Cultura Geral)-FRAGMENTOS

Caros leitores- por algumas vezes redundamos em alguns aspectos, mas procuraremos expurgá-lo assim que possível, pois diversas fontes fazem a mesma menção, porém com nuances diferenciadas e interessantes)

Leonardo da Vinci


Nascimento
15 de Abril (Calendário Juliano) ou 25 de Abril (Calendário Gregoriano) de 1452 Anchiano, Itália
Falecimento
02 de Maio de 1519 Ambiose, na França.
Nacionalidade
Italiano
Ocupação
Pintura, Escultura, Arquitetura, Engenharia, Ciência e Música
Movimento literário
Alto Renascimento
Principais trabalhos
Mona Lisa A Última Ceia A Virgem das Rochas Homem Vitruviano.Leonardo di ser Piero da Vinci (Anchiano 15 de Abril (Calendário Juliano) ou 25 de Abril (Calendário Gregoriano) de 1452 — Cloux, Amboise, 2 de Maio de 1519) foi um pintor, escultor, arquiteto, engenheiro, cientista e músico do Renascimento italiano. É considerado um dos maiores gênios da história da Humanidade. Não tinha propriamente um sobrenome, sendo "di seer Piero" uma relação ao seu pai, "messer Piero" (algo como D. Pedro), e "da Vinci", uma relação ao lugar de origem de sua família, significando "vindo de Vinci" .
Nascido num pequeno vilarejo próximo ao município toscano de Vinci, Leonardo era filho ilegítimo de Piero da Vinci, um jovem notário e de Caterina. A mãe de Leonardo era provavelmente uma camponesa, embora seja sugerido, com poucas evidências, que ela era uma escrava judia oriunda do Oriente Médio comprada por Piero. O próprio Leonardo da Vinci assinava seus trabalhos simplesmente como Leonardo ou Io Leonardo. A maioria das autoridades refere-se aos seus trabalhos como Leonardo e não da Vincis. Presume-se que ele não usou o nome do pai por causa do estado ilegítimo.
Leonardo da Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido à sua multiplicidade de talentos para ciências e artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polêmicas. Num estudo realizado por Catherine Cox, em 1926, seu QI foi estimado em cerca de 210. Outras fontes mencionam 220.
Na adolescência, Leonardo foi fortemente influenciado por duas grandes personalidades da época, Lorenzom de Médici e o grande artista Andrea del Verrocchio . Leonardo viveu em plena Renascença, nos séculos XV e XVI, e expressa melhor do que qualquer outro o espírito daquele tempo. Ao contrário do homem medieval, que via em Deus a razão de todas as coisas, os renascentistas acreditavam no poder humano de julgar, de criar e construir. Por isso a Renascença também é conhecida como a época do Humanismo e se caracteriza por enormes progressos nas artes, nas leis e nas ciências.
Suas obras mais conhecidas são o afresco Última Ceia, pintado diretamente no refeitório da Igreja Santa Maria delle Grazie, em Milão, e o Retrato de uma modelo desconhecida, a La Gioconda (dita a Mona Lisa), que ele demorou provavelmente três anos para terminar.
Prestando atenção, pode-se perceber em várias imagens um efeito característico da pintura de Leonardo: a delicada passagem de luz para a sombra, quando um tom mais claro mergulha em outro mais escuro, como dois belos acordes musicais. Esse procedimento recebe o nome de sfumato (esfumado, em português).
Lorenzo de Médici, um grande humanista e comunicador, inspirou Leonardo na parte da comunicação, fazendo com que começasse a fazer seus quadros mais "parlanti" com maior animação gestual, o que o levou a se tornar mestre nesta arte. Em toda sua obra pode-se notar a iconografia das figuras ou personagens de seus quadros.
Em 1466, com quatorze anos, Leonardo mudou-se para Florença, e iniciou seu aprendizado no ateliê de Verrocchio. O artista, de grande prestígio da época, ensinou-lhe toda a base que mais tarde o levaria a se tornar um grande pintor. Leonardo também aprendeu escultura optica, perspectiva, música e até botânica.
m 1472, com vinte anos, já era membro do grêmio dos pintores florentinos (Corporação de São Lucas) e a sua carreira começa a ficar independente do mestre Verrocchio. As pessoas da corte fazem encomendas diretamente a Leonardo.
Em 1476, Leonardo da Vinci juntamente com mais três alunos do ateliê e Andra del Verrocchio foram acusados de sodomia, segundo a acusação referente a Leonardo, teria ele tido relações homossexuais com um modelo de Florença muito popular mas, faltaram provas concretas que confirmassem semelhante acusação; então Leonardo é absolvido de toda e qualquer acusação possível.
Em 1482, Leonardo da Vinci trabalhou para Ludovico Sforza, Duque de Milão e manteve o próprio seminário com aprendizes. Foram usadas setenta toneladas de bronze que tinha sido colocado à disposição de Da Vinci para o Grande Cavalo, estátua de um cavalo, em armas pelo duque em uma tentativa de salvar Milão de ser subjugada pelo francês Carlos VIII em 1495.
Em 1498, Milão caiu sem uma batalha para o francês Luís XII. Da Vinci ficou em Milão durante algum tempo até que viu arqueiros franceses usando seu modelo de cavalo de barro em tamanho natural para o Grande Cavalo como alvo para treinamento partindo logo com o amigo Luca Pacioli para Mântua, mudando depois de dois meses para Veneza e se mudando novamente então para Florença no final de Abril de 1500.
Em 1502, ele ficou a serviço de César Bórgia (também chamado de Duque de Valentino e filho do Papa Alexandre VI) como arquitecto militar e engenheiro, nesse mesmo ano ambos viajaram pelo norte da Itália, é nessa viagem que Leonardo conhece Nicolau Maquiavel; no final do mesmo ano retorna novamente a Florença, onde recebe a encomenda de um retrato: a Mona Lisa.
Em 1506, voltou a Milão, então nas mãos de Maximiliano Sforza depois de mercenários suíços expulsarem os franceses.
Castelo de Clos LOucé, onde Leonardo viveu seus últimos anos de vida
De 1513 a 1516 morou em Roma, onde os pintores Rafael e Micheloangelo eram, na ocasião, muito requisitados; porém, Da Vinci não teve muito contacto com estes artistas.
Em 1515 Francisco I da França retorna a Milão, e Da Vinci foi designado para fazer a peça central de um leão mecânico para as negociações de paz em Bolonha entre o rei francês e o Papa Leão X, onde provavelmente conheceu o rei.
Em 1516 ficou a serviço de Francisco I como primeiro pintor, engenheiro e arquiteto do Rei. Foi dado a ele o uso do Castelo Clos Lucé, próximo ao Castelo de Amboise, residência do Rei, junto com uma pensão generosa. Da Vinci e o Rei ficaram bons amigos.
Morreu em Cloux França, e de acordo com o seu desejo, sessenta mendigos seguiram seu caixão. Leonardo da Vinci foi enterrado na Capela de São Hubert no Castelo de Ambiose.

O Gênio
De tempos em tempos, o Céu nos envia alguém que não é apenas humano, mas também divino, de modo que através de seu espírito e da superioridade de sua inteligência, possamos atingir o Céu.

Georgio Vasai
Leonardo sempre foi tido como um ser misterioso, devido aos muitos talentos que possuía; a sua capacidade e conhecimento em muitas áreas proclamaram-no como um dos Maioresgênios da humanidade. Infelizmente Leonardo nasceu em um período dominado pela igreja Católica, que, por sua vez, dominava a mente dos seres humanos, de modo que, estes vissem Deus como o centro do universo, e todos os que fossem contra as suas normas, leis e crenças, eram executados em público; se provavelmente este nascesse em um período de tempo mais moderno, possivelmente seria um ser de genealidade impossível de se superar.

Leonardo sabia que se os seus manuscritos fossem descobertos pela igreja, haveria grandes possibilidades de ser considerado herege (devido a conteúdos científicos considerados como feitiçaria pela mesma), e assim teria como castigo um final terrível, daí a idéia de escrever da direita para a esquerda (inverso da escrita), de modo que, somente mediante a um espelho, seus manuscritos fossem decifrados. Outro método de transmitir mensagens para gerações futuras, que acreditava ele que estariam muito desenvolvidas (devido ao progresso racional dos seres humanos), foi a pintura; através desta Arte com ajuda do simbolismo, deixava mensagens muito comprometedoras, de tal modo que, mudaria talvez a convicção de pensar do homem. Ao mesmo tempo em que uma obra por ele pintada esconde um segredo, o também revela (ou vice-versa), um bom exemplo, é a Madona das Rochas, citada no Livro O Código Da Vinci, de Dan Brown.
O impossível de se imaginar, é como um homem que viveu em cerca de quinhentos anos atrás, fosse desenvolver teorias e técnicas em tantas áreas, desde a pintura, até mesmo a ciências modernas. Provavelmente o seu perfeccionismo em cada pintura, é um dos motivos por este possuir autoria de tão poucas obras; outro possível motivo é que algumas de seus quadros se polèmica de retratar, desde cenas religiosas, até mesmo retratos, sendo um deles a Mona Lisa.
A genialidade de Leonardo, baseava-se no seu desapego pelas crenças religiosas (porque possivelmente era ateu), ou seja, nunca contentou-se com as histórias da Igreja em relação a origem das coisas ou fenômenos da natureza, buscando assim, ele mesmo encontrar as verdades e as explicações do que realmente o interessava, através da ciência.
Quando ouvimos os sinos, ouvimos aquilo que já trazemos em nós mesmos como modelo. Sou da opinião que não se deverá desprezar aquele que olhar atentamente para as manchas da parede, para os carvões sobre a grelha, para as nuvens, ou para a correnteza da água, descobrindo, assim, coisas maravilhosas. O gênio do pintor há-de se apossar de todas essas coisas para criar composições diversas: luta de homens e de animais, paisagens, monstros, demônios e outras coisas fantásticas. Tudo, enfim, servirá para engrandecer o artista.
Apesar do recente interesse e admiração por Leonardo como cientista, observador e inventor, durante mais de quatrocentos anos a fama do pintor apoiou-se nos seus arquivos como artista, nos seus esboços e nas sua grandiosas pinturas, sendo identificado como o autor da obra-prima da pintura mais célebre jamais criada. O nome de Leonardo, devido grandemente à fama intemporal de Mona Lisa, goza do estatuto de ser um dos mais célebres da arte.
Esta pintura, em particular, é famosa pela variedade de qualidades cujos apreciadores, nomeadamente estudantes e outros artistas, imitam e reproduzem e entre críticos e connoisseurs a pintura é uma das mais discutidas. Disfruta do estatuto de ser a obra de arte mais reproduzida da História. O que torna o trabalho de Leonardo único são as suas inovadoras técnicas que expressou nas suas pinturas, da sua impressionante gradação tonal, a subtileza do exercício compositivo do tema, o seu detalhado conhecimento anatómico, o exercício lumínico, o detalhe físico da natureza, expresso na representação de plantas, entre outras coisas, o seu interesse na fisionomia e os seus incríveis e minuciosos registos da emotividade, da expressividade e da gesticulação humana. Intelectual humanista, Da Vinci nunca voltava ao passado; inovava simplesmente. Cada pintura conhecida sua, cronologicamente, regista sempre mais inovações que tornam o motivo representado cada vez mais real e emotivo.
Todas estas subtis qualidades resultaram em trabalhos como Mona Lisa, A Última Ceia e A Virgem das Rochas.

Cópia de O Gran Cavallo
A Última Ceia (L'ultima cena ou Cenacolo, em Milão) é uma das mais conhecidas pinturas atribuídas a da Vinci, exposta no refeitório Convento de Santa Maria delle Grazie e tema central da obra O Código da Vinci de Dan Brown. em Milão assim como a Mona Lisa (também conhecida como La Gioconda, exposta no museu do Louvre, em Paris).
Somente algumas de suas pinturas, e nenhuma das esculturas levadas a cabo pelo autor italiano, existem actualmente. Da Vinci planejou freqüentemente pinturas grandiosas com muitos desenhos e esboços, deixando os projetos inacabados. Hoje esses esboços integram o espólio dos mais conceituados museus mundiais, e testemunham uma inteligência genil.
Da Vinci passou muitos anos planejando o modelo de uma monumental escultura de sete metros de um cavalo em bronze (o Gran Cavallo ou Grande Cavalo), para ser erguido em Milão. Por causa de guerra com a França, o projeto nunca foi concluído. Baseado em iniciativa privada, uma estátua semelhante foi feita em Nova York em 1999 que foi doada a Milão, sendo erguida no hipódromo de San Siro. O Museu da Caça em Limerick, na Irlanda tem um pequeno cavalo de bronze , possivelmente feito por um dos aprendizes de Leonardo, baseado nos esboços do original.
Anteriormente, em Florença, ele foi designado a fazer um grande mural público, a Batalha de Anghiari; e seu rival, Michelangelo, para pintar a parede oposta. Depois de produzir uma variedade fantástica de estudos em preparação para o trabalho, ele deixou a cidade, com o mural inacabado devido a dificuldades técnicas.

Primeiros trabalhos (Pinturas da Década de 1470)
Aprendizagem e juventude em Florença (1466-1482)

Retrato de Bernardo di Bandino Baroncelli executado
Não muito longe de Empoli, nasceu, em 1452, Leonardo da Vinci, no seio de uma família cujas posses equivaliam à riqueza das famílias que hoje chamamos classe-média, instruída e altruista. Jovem, Leonardo revelou desde cedo uma aptidão genial para o desenho, área em que, técnicamente, mais se destacou, pelo menos na sua carreira prematura.
Segundo, Giorgio Vasai, sua família, amiga íntima da família de Andrea del Verrocchio, tinha um estreito contacto com a arte florentina. Ser Piero (Messer Piero), pai de Da Vinci, levou um dia alguns dos trabalhos de Leonardo ao atelier do pintor, questionando-o sobre o eventual talento de Leonardo e se valeria a pena investir no jovem. Verrocchio ficou espantado com a habilidade de Leonardo e prontamente aceitou o jovem no seu estúdio.

Pomenor de Retrato de Bernardo di Bandino Baroncelli executado
Os trabalhos prematuros de Leonardo resumiam-se, de facto, a desenhos, esboços a carvão, tinta nanquim ou aguada. Embora somente se conheçam dois retratos masculinos a óleo na sua obra, o pintor explorou com ênfase o retrato da virilidade masculina, um interesse que se revela mesmo neste tempo de aprendiz. Um dos seus trabalhos mais intrigantes deste início de carreira, é Retrato de Bernardo di Bandino Baroncelli executado, de 1479, já no estúdio de Verrocchio, a pena e tinta, mas é Guerreiro Antigo, realizado a caneta de aparo sobre papel preparado, que conclui o maior registo desenhado, realizado em 1472. O primeiro é o retrato do cadáver do assassino de Giuliano de Médicis, pendurado na janela do Palazzo del Capinano a 29 de Dezembro de 1479. Na inscrição no topo do papel, Leonardo descreve o vestuário do executado, incluindo as cores. Na margem inferior direita do trabalho aparece ainda uma cabeça. Referência notável para o seu trabalho, é a facilidade e o domínio do traço, que revelaria mais tarde no pincel.
Por volta desta época, inicia uma série de estudos meticulosos que o levariam a concretizar no futuro trabalhos como Madonna del garofano ou A Anunciação. O estudo do panejamento das personagens das obras são um dos marcos do seu percurso artítico, concebidos com uma primasia notável. Baseando-se em esculturas ou modelos de madeira ou barro, cobertos por panejamentos e jóias - algo em voga, para não ter que pagar cortesãs para posarem para si - Leonardo desenvolveu as suas competências no desenho e sabendo-o bem, no seu Tratado de Pintura, aconselha os artistas a praticarem o desenho através do estudo de relevos e esculturas. Estes estudos, primeiramente postos em prática pelo artista, prepararam um génio sagaz e um mestre inconfundível. O humanista Paolo Giovio e o biógrafo de Da Vinci Giorgio Vasari referem constantemente nas suas obras, a perfeição do jovem artista nos seus desenhos, já no seu início como artista. Vasari refere mesmo que «os desenhos de Da Vinci são tão perfeitos e relatam tão incansável procura por novos detalhes, com um esforço de imaginação soberbo, que dificilmente os conseguem igualar.»

Paisagem do Arno, 5 de agosto de 1743
Nesta época Leonardo desenvolveu um vitium (na acepção portuguesa, uma «obcessão») pela perfeição das obras e desenvolveu imensamente a sua técnica, que o levou a criar outras inéditas, como o sfumato, hoje conhecido através da Mona Lisa. Tal exigência para consigo próprio levaria à inconclusão de diversos trabalhos, pois assim que os iniciava punha-os de lado, tal era a rapidez e eficácia com que aprendia novas técnicas.
Ao mesmo tempo que realizava os seus famosos estudos de panejamento, Leonardo concretizou vários desenhos e estudos a partir da natureza. Estes são tipificados pelo trabalho que produziu ainda enquanto aprendiz, assim como uma das primeiras obras datadas constantes entre a colecção da Galeria dos Uffizi, actualmente. No canto superior de Paisagem do Arno aponta, na sua acostumada escrita invertida, «no dia de Santa Maria do Milagre da Neve, 5 de Agosto de 1473». Estudo a pena e tinta sobre um suporte preparatório quase invisível, mostra a vista sobre um vale com montes e escarpas de ambos os lados, abrindo no fundo uma escassa visibilidade do mar. A vista poderá ser do caminho entre Vinci e Pistoia e, provavelemnte, terá sido esboçado a lápis ao ar livre in loco, e depois completada a pena e tinta no atelier. No início do século xx, Woldemar von Seidlitz compreendeu as fortificações de Papiano nas muralhas e torres numa colina à esquerda da composição. A importância deste desenho não se reflete só no facto de ter sido feito por Leonardo, mas sim, em figurar como um dos primeiros desenhos autónomos de paisagens de toda a História da Arte.
Estes estudos da natureza e de modelos vivos eram postos em prática nas suas obras pintadas, como em O Baptismo de Cristo, onde, conclusivamente, pintou o anjo que segura algumas roupas. Porém, a figura do anjo é, de longe, muito melhor pintada que as figuras pintadas por Andrea del Verrocchio.

O Baptismo de Cristo
Entre os trabalhos iniciais de Leonardo encontra-se A Virgem de Granada (pintado em parceria com Lorenzo di Credi) e o O Batismo de Cristo, realizado em parceria com Verrocchio. Na verdade foi este último que pintou a maior parte da obra, sendo que Da Vinci só pintou um dos anjos da esquerda e parte da paisagem. Ambos pintados provavelmente após a conclusão da A Anunciação (primeira versão).
Deste tempo em que estudava e aprendia pintura no estúdio de Verrocchio, datam mais duas obras, todas elas retratando a A Anunciação. A primeira, uma obra grande (98 x 217cm) mas que antevia um génio plural, teve como base inspiradora Fra Angelico e Lorenzo di Credi, colega de atelier de Leonardo. O primeiro que bem conhecia o tema pois pintou-o várias vezes. A segunda é muito menor, 14 x 59 cm.
Nos anos em que Leonardo era somente um mero aprendiz, uma das suas fontes inspiradoras foram as pinturas de Fra Angelico, pautadas por um conhecimento rico da perspectiva e, ainda hoje, um dos mais célebres pintores italianos.
Em ambas as pinturas, de ambos autores, a Virgem Maria encontra-se sentada ou ajoelhada no parte direita do quadro e o Anjo, de perfil, ricamente trajado, na parte esquerda. Um detalhe importante e interessante da pintura é que o espaço que se situa entre a ponta da mesa e a margem do cipreste em segundo plano, formam algo como uma coluna invisível que separa o quadro em duas partes, a do Anjo e a de Maria.
Na pintura menor (segunda versão do tema, cuja maior parte fora pintada por Lorenzo di Credi), Maria posiciona coloquialmente os seus olhos e as suas mãos num gesto que simboliza a submissão a Deus. Na primeira pintura (em que somente Leonardo pintou), no entanto, Maria não figura como uma personagem submissa, e essa função acarreta-a o Anjo, este sim submisso a Maria. A própria figura de Maria é representada com uma certa monumentalidade, pautada pela sua postura erecta.
Em bela jovem, interrompida na leitura pela inesperada mensagem, coloca o um dedo sobre o sítio onde lia e levanta a mão esquerda em saudação ao Anjo. Nessa pintura, a mais marcante dos primeiros anos do pintor, o jovem Leonardo apresenta a faceta humanista e inteligente da Virgem.
As asas do anjo foram pintadas com precisão naturalista, um exemplo da curiosidade científica típico da carreira de Leonardo. Usou o seu conhecimento sobre as asas de pássaros para fazer as asas do anjo.
O trabalho ficou oculto até 1867 quanto foi transferido de um convento próximo a Florença para a Galeria degli Uffizi, também em Florença
A Anunciação de Fra Angelico
A Anunciação de Leonardo da Vinci (1472-1475).
Em 1478, Leonardo da Vinci com a ajuda do seu colega Lorenzo di Credi, pintou pela segunda vez a anunciação, mas desta vez, em um painel pequeno e com medidas muito desproporcionais, o que causou a dificuldade em pintar detalhes minunciosos, ao contrário, a primeira anunciação, fora pintada em um painel de medidas colossais, e muito bem distribuídas (98 x 217 cm), o que, facilitou na colocação de pequenos detalhes. Muitos dos elementos utilizados por Leonardo são repetidos e alterados; ao contrário da Maria da primeira pintura, elegante e que parece possuir autoridade sobre o anjo, na segunda parece surgir subserviente a este (como se ele tivesse autoridade sobre Ela), tal como na obra-prima de Fra Angelico. A sua postura de mulher provocadoramente culta e literada, que encontramos na primeira Anunciação de Leonardo, desaparece na obra pintada com Lorenzo.
Lorenzo di Credi seguiu os passos do seu colega numa constante perseguição visual e interpretativa das suas obras, embora as suas pinturas nunca tenham tido a qualidade das do primeiro, em todos os aspectos, incluido a temática.
Fora pintado também quase no mesmo período, o retrato de Ginevra de' Benci e, em meados dessa década Leonardo iniciou mais duas pinturas: Madona del Garofano (Madona do Cravo, na tradução para português) e a inacabada obra Madona Benois.
Ginevra de' Benci é um retrato, cuja atribuição a Leonardo é questionável, tanto quanto a espressão facial da retratada. Prematuramente noiva de Luigi Niccolini, a juventude de Ginevra alcançou a eternidade com esta pintura. Aos quinze anos de idade, o noivado da jovem aristocrática incentivou os pais a procurarem Leonardo, através do atelier de Verrocchio, a fim de que o primeiro pintásse o retrato comemorativo.
Imediatamente atrás da imagem da jovem, surge uma juniperus. A palavra italiana que define esta árvore é ginepro. Tem-se conta de que o nome da jovem e o da pintura, formem um jogo de palavras e icónico. Contudo, o siginificado renascentista da árvore era a pureza e a castidade. Esta idéia é reforçada pela frase inscrita no verso da pintura: A beleza adorna a virtude.
A expressão facial da jovem é o mais intrigante na pintura. Olhando o espectador com veemência, a incerteza dos seus sentimentos intriga os especialistas; não se sabe se está cansada, triste, serena, zangada, ou seja, um rol de sentimentos inacabáveis que a expressão facial lhe atribui.

Pinturas da década de 1480
Início do período do controle anatômico

São Jerônimo no deserto
Na década de 1480 recebeu três importantes ecomendas e começou outro trabalho ainda, cujo tema abriu uma rotura em termos de composição. Infelizmente, dois desses três trabalhos nunca foram acabados (devido sua partida para Milão) e o terceiro mesmo sendo feito conforme as exigências da confraria milanesa que o encomendou, foi desprezado. Em 1495, inicia uma cópia baseada no mesmo tema (esta aceita por esta confraria), mas este trabalho demorou tanto tempo para terminar, que somente foi assinado depois das negociações e do devido pagamento; mesmo assim, não foi em vão, sendo que é hoje o terceiro mais importante e conhecido trabalho de Da Vinci.
Uma destas pinturas é São Jerónimo no deserto. No entanto, a obra é apenas esboço num tema e numa composição pouco usuais na época. São Jerónimo, como penitente, ocupa com a sua figura o centro da pintura, sentado, visto na diagonal linear. Da Vinci serviu-se de um modelo de madeira e pano para conceber a figura do santo, como se fazia na altura. Para o poder pintar nesta posição, a cabeça de Leonardo colocava-se à mesma altura que o meio da tíbia do modelo, pintando-o na diagonal, mais ou menos desde a ponta da cauda do leão A sua forma, com inclusão do braço direito e da cabeça, assemelha-se à de um trapézio, e o seu olhar está perfeitamente oposto ao do espectador e do próprio pintor; São Jerónimo olha, de forma subserviente, para algo fora da pintura. Em frente ao santo homem, um leão deitado cuja forma do corpo juntamente com a cauda formam duas espirais na base da pintura. Outro particular de interesse é a paisagem inacabada, no fundo da obra, de rochas e escarpas.
Outra composição um tanto quanto atrevida, os elementos paisagísticos e o drama pesoal ressoam na obra de arte inacabada: A Adoração dos Magos, encomenda dos monges de San Donato a Scopeto. É uma composição muito complexa sobre cerca de 250cm de largura e comprimento de uma placa de madeira. Para este trabalho o artista esboçou vários desenhos e numerosos trabalhos e estudos preparatórios, incluindo um detalhe de uma perspectiva linear das ruínas de um edifício clássico.
Estada em Milão (1482-1498)
Mas em 1482, Leonardo foi convidado para trabalhar para a corte milanesa em tributo a Ludovico il Moro (Ludovico Sforza), e a pintura e todo o trabalho que havia tido foi abandonada. Na verdade da Vinci viajou influênciado por Lorenzo de médici (o magnífico); este tinha em mente a difusão da arte florentina por toda a Itália, seu plano, transformar Florença em um centro cultural.
Entre 1487 e 1490 Leonardo assume uma posição de destaque na corte milanesa. O seu trabalho não se resumia a pintar, mas também a organizar festividades e trabalhou vários anos na realização da estátua de Francisco Sforza, que nunca concluiu.

Pormenor de Dama com Arminho
Entre as suas obras acabadas ocupa uma posição de destaque uma pintura de uma senhora da aristocracia, que segura nas mãos um arminho. Em 1483, Leonardo inicia Dama com arminho, retrato provável de Cecilia Gallerani. A pintura é sem dúvida uma obra-prima. A jovem olha para algo fora da pintura com interesse, embora permaneça serena. O arminho repete-lhe o movimento, cuja mão curvada elegantemente corresponde, por sua vez, ao movimento do animal, criando um sintonia entre a modelo e o arminho.
De facto, a linguagem icónica utilizada por Leonardo nesta obra, fez com que permanecessem vários mistérios em relação ao simbolismo do arminho. Uns preferem acreditar que o arminho é uma alusão ao apelido da jovem aristocrata, visto que o som de «Gallerani» é reminescente da acepção grega para arminho, «galée». Noutra vertente, o pequeno animal é considerado um sinal de pureza e modéstia, mas caso o signifique, modéstia não será de certeza, já que não é uma característica de uma cortesã.
Porém, a razão mais provável é a terceira, ou seja, a alusão a Ludovico Sforza. E porquê tal simbolismo? A modelo era a amante de eleição de Ludovico e, a partir de meados de 1480, este começou a usar o arminho como um dos seus emblemas. Assim Ludovico, sob a simbólica forma de animal, surge no regaço da jovem, bem penteado e acariciado pelas mãos da sua amante.
Existem provas documentais de que o quadro pertenceu à retratada. Pouco tempo depois da pintura deste retrato de corte, o seu amante desposou Beatriz dÉste.
Segundo pesquisadores, Cecilia Gallerani também teria posado para o quadro La BelleFerroni'ere, e ainda, seria ela a Mona Lisa; mas tais fatos nunca foram provados.
Nesse período as pinturas de Da Vinci revelam um conhecimento e uma desenvoltura excepcionais na sua vertente anatômica, resultado dos seus imensos e incansáveis estudos no âmbito assunto e, por isso torna-se mestre nessa ciência.
O terceiro trabalho mais bem sucedido, surpreendentemente é uma das suas principais pinturas, foi encomendado em Milão por uma Confraria religiosa, intitulada Imaculada Concepção, para abrilhantar um altar, sendo a peça central do tríptico da igreja de São Francisco, sustentada por esta instituição religiosa e provavelmente construída por Beatriz dÉste. As outras duas pinturas do tríptico foram feitas pelos irmãos Ambrogio e Evangelista de Predis.
Leonardo escolheu pintar um enfático momento da infância de Cristo quando o pequeno João Baptista, com a proteção de o anjo Uriel, conheceu a Sagrada Família numa gruta do Egipto (Egito), cena aceita pela tradição cristã mesmo não constando na bíblia. Na cena João Baptista reconhece Jesus como sendo o Cristo, mesmo sendo os dois tão jovens. A posição da figura de João na composição é mais abaixo que a de Jesus. No entanto, em vez de Jesus conceder a bênção a João, é João quem a concede a Jesus. Algo que escandalizou os monges. A própria mão de Maria, posta sobre o ombro do pequeno Jesus, assemelha-se a uma garra de condor.
O detalhe mais atormentador da obra pode ser facilmente visualizado: a mão de Maria semelhante a uma garra, parece segurar uma cabeça invisível, logo cortada pela mão de Uriel, que aponta para Jesus.
A pintura solenemente declara a riqueza do conhecimento estilístico do traje e da sua representação, a julgar pela concepção notável do vestuário de Uriel, impressa numa figura sóbria e imponente, que perde lugar na segunda versão onde assume outra pose, desta feita, simplissista e menos detalhada.
Existem duas versões oficiais e uma de que se discute a autoria. A primeira, maior, mais complexa e pautada pela falta de sintonia entre os elementos, de nome Madona das Rochas. A segunda, a verdadeira obra-prima intemporal, com uma composição mais madura e cuja manifestação do chiaroscuro está em perfeita harmonia. A virgem das Rochas, essa, sim, feita conforme a exigência da Confraria da Imaculada Conceição, é hoje o terceiro mais famoso e aclamado trabalho do génio intemporal de Leonardo da Vinci.
A Virgem das Rochas (1495-1508)
Pormenor de Uriel em Madona das Rochas, cujo traje expressa o domínio da representação do panejamento.
Pormenor das montanhas azuis em A Virgem das Rochas
A Virgem das rochas (ou dos rochedos), retrata a Virgem Maria ajoelhada, com um manto azul parecendo este ser feito de veludo, cuja parte interna parece ser composta de seda, de cor amarela que, ao refletir a luz, se torna dourada. Devido a composição do manto, ou seja dois tecidos, causa a sensação de peso que, por sua vez, inclina a postura de Maria; a diferença de ambos os tecidos causa ao observador um efeito surpreendente e elegante, sem exceção da mantilha transparente quase invisível, que parece desaparecer nos seus cabelos castanhos, cujas pinceladas dão a sensação de estarem molhados.
Não é adimirável o facto de ser este o terceiro mais importante quadro de Leonardo, pois o artista aprendera a transmitir com total maestria as sensações (enfado, tristeza, felicidade, provocação, etc) nas suas obras, resultado do intenso treino da representação anatómica. A sensação de distância, que representava facilmente através de formas esbatidas, devido a falta de nitidez em relação à paisagem longínqua e a adição do pigmento azul. Com a distância, algo principalmente visível em paisagens montanhosas, os objectos observados perdem a nitidez e tornam-se gradualmente azulados.
Na composição Jesus está na frente da Virgem, no centro, para ser adorado. Encontra-se nú, de modo a demonstrar a pureza da criança. A seu lado está João Batista, com o estandarte da evangelização em Cristo. A Virgem parece empurrá-lo para junto de Jesus para ser abençoado por este. O anjo Uriel parece proteger o Menino, pois, logo à frente localiza-se um abismo. Ao seu lado, com uma das mãos nas suas costas segurando-o firmemente e outra repousando sobre seu próprio joelho, observando João Batista, o seu protegido. A Virgem Maria, tanto aparenta abençoar seu filho, quanto receber a benção dele.
A paisagem escura parece estar se abrindo vagarosamente deixando a luz iluminá-la, parecendo trazer calor para um local, aparentemente, dominado pela humidade (umidade) das águas. São visíveis plantas aquáticas e terrestres, ambas dominadas pelo castanho da terra, a não ser pelas flores, com cores que parecem transmitir a tranqüilidade em uma paisagem dominada pela erosão.
Apesar das avantajadas medidas, cerca de 200 por 120 cm (a segunda cerca de 190 por 120 cm), ambas as pinturas da Senhora nas Pedras não são tão complexas quanto a encomenda dos monges de São Donato, constando em cena somente quatro figuras - cuja forma conjunta completa uma pirâmide triangular - numa paisagem rochosa onde constam muitos detalhes arquitecturais. Eventualmente, a pintura foi acabada. De facto, duas versões desta pintura foram feitas, uma entregue a Confraria religiosa e a outra levada para a França pelo próprio Leonardo (onde provavelmente foi vendida a algum cortesão francês).
A que se encontra em exposição nas paredes do Museu do Louvre, em Paris, foi levada para a França pelo próprio Leonardo, quando este, a convite do rei, se instalou na mansão (ou castelo) de Clós Lucé, perto da residência majestosa de Amboise; a que faz parte da National Gallery de Londres, foi anteriormente propriedade de um rico burguês (a pintura fora roubada da Confraria séculos depois de ser concluída, pelas tropas de Napoleão, sendo depois de muitas décadas encontrada em uma pequena cidade da Áustria, antes de pertencer a este comerciante).
A suposta terceira versão de Madona das Rochas, não é declarada ainda como pintura de Leonardo, devido à falta de fatos concretos. Segundo historiadores e críticos, não haviam motivos históricos para que Leonardo, pintasse pela terceira vez o mesmo tema, pois, a Confraria religiosa contentara-se com A Virgfem das Rochas (segunda versão de Madona das Rochas), mas não é possível descartar tal hipótese.Retrato de um músico (1485)

Enquanto ainda pintava a Madona das Rochas, precisamente em 1485, Leonardo inicia a pintura de Retrato de um Músico e no mesmo ano a conclui. É um retrato simples, revelador de alguma falta de empenho na sua pintura. Coloca-se a hipótese de que o homem representado tenha sido Franchinio Garfurio, professor de música da capela da Catredal de Milão, na década de 1480.
Na verdade, essa é talvez sua pintura menos detalhada, devido à falta de esmero da parte de Leonardo em relação a esta obra. A hipótese mais provável, no caso de a pintura ser sua, é que Leonardo não estaria a gostar de pintar esse retrato (que é o único retrato masculino atribuído a Leonardo da Vinci).
Devido à notável falta de empenho na realização do trabalho, juntamente com a postura rígida e a agressividade das sombras, a atribuição da obra a Leonardo é uma das mais controversas e enigmáticas de toda a História da Arte.
Na restauração da obra em 1905, eliminou-se uma vaga camada de verniz que se sobrepunha à pintura a óleo, fazendo aparecer a mão e uma folha de papel com letras de música Daí o nome da pintura. O olhar do músico parece irreal, perdido no espaço, pensativo, vago e intimista, mas pensa-se que possa ter estado a ler a música, e tenha após a leitura retirado os olhos do papel e olhado para o vazio, em silêncio, e imaginando o desempenho da composição.
Encontra-se actualmente na Pinacoteca Ambrosiana, em Milão.

Pinturas da década de 1490
Início do período de maturidade artística e científica

Retrato de Dama pintado com a participação dos irmãos Ambrogio e Evangelista de Predis
No inicio dessa década, Leonardo estava em Milão. Havia terminado de pintar o retrato de Cecilia Gallerani (Dama com Arminho) quando começou então a pintar outros dois retratos, sendo um deles Retrato de Dama, cuja modelo é Beatriz dÉste, este quadro fora pintado com a participação dos irmãos Ambrogio e Evangelista de Predis (que pintaram duas obras do tríptico da Madona das Rochas; o segundo retrato ficara somente pronto após cinco anos e foi intitulado como La Belle Ferroniere, este seria provavelmente o retrato de Isabella d'Este. Existe uma provavel semelhança entre a modelo deste quadro e a de Mona Lisa.
Datam-se também no começo desse período mais duas obras, a pintura Madona Litta (que supostamente Leonardo teria pintado junto ao seu pupilo Giovanni Antonio Bonffrglio) e, o importante desenho Homem Vitruviano, que representa as proporções clássicas do corpo humano de acordo com Marco Vitruvio Polião (daí “Vitruviano” devido a Vitruvio). Em meados da mesma década, Leonardo começa então a pintar o afresco A Última
Ceia e a segunda versão de Madona das Rochas intitulada agora de A Virgem das Rochas e, fora concluída somente treze anos depois.
A maior e celebre pintura do período de 1490 é A Última Ceia, o tema fora pintado em Milão no refeitório do convento Santa Maria delle Grazie. A pintura representa a última ceia de Jesus com seus discípulos antes de sua captura e morte. Ela mostra especificamente, o momento em que Jesus comunicava aos seus discípulos qual deles que haveria de o trair.
A Última Ceia
O curioso dessa pintura é a presença da Astrologia, Leonardo teria pintado cada discípulo com uma atitude do Zodíaco e, Jesus sentado no centro representa o centro do universo, caracterizando as qualidades de todos os doze signos. Da direita para a esquerda os discípulos representam os seguintes signos:
O apóstolo Simão (o Zelote) representa Áries, Judas Tadeu Touro, Mateus Gêmeos, Filipe Câncer, Tiago (o Maior) Leão, Tomé Virgem, João Libra, Judas Escorpião, Pedro Sagitário, André Capricórnio, Tiago (o Menor) Aquário e Bartolomeu Peixes.
A técnica experimentada por Leonardo não foi muito bem sucedida (óleo, tempera e técnica mista sobre parede), e a pintura apresentou deteriorações antes de concluída.

Pinturas da Década de 1500
Retorno a Florença (1500-1506)
Madona do Fuso (Cópia)
Nesse período devido à tomada de Milão Leonardo retorna a Florença, onde então inicia a pequena pintura intitulada de Madona do Fuso.
Madonna do Fuso foi uma pintura de Leonardo da Vinci. Realizada a óleo, em Florença, no ano de 1501, o original já não existe; existem apenas cópias baseadas no primeiro. Foi pintado quase no mesmo período de Mona Lisa, daí o facto de as paisagens no fundo da composição serem semelhantes em ambos os quadros.
O nome desta pintura realizada por Leonardo é esse porque o Menino segura um fuso de fiar, cuja forma, em primeira vista, se assemelha a uma cruz e só numa observação mais precisa se clarifica o que de facto representa. O fuso demonstra o espírito doméstico da Madona (Virgem Maria), mas também remete o observador para uma alusão da cruz, símbolo de Jesus Cristo.
Ao longo dos tempos, vários críticos têm atribuido diversas interpretações ao fuso, mas o mais certo, é mesmo que represente uma cruz, mas simplesmente, de forma simbólica.
De facto, a enorme inteligência e criatividade de Leonardo permitia-lhe tratar todos os assuntos que lhe provocavam algum interesse recorrendo a símbolos. Caso queira representar uma cruz, especialistas apontam duas hipóteses, sendo a mais provável a segunda. Muitos crêem, baseando-se na cópia existente, que o Menino mira o fuso (simbolicamente, a cruz) com uma devoção perplexa, reforçada pela expressão do seu olhar, que parece agradado com o objecto que tem em mãos. No entanto, em segunda hipóse, está a idéis de que o Menino brinca com o fuso com alegria, o que seria considerado uma heresia na altura em que foi pintada, caso este represente uma cruz. A imagem de Jesus brincando com a cruz não seria aceite pela conservadora sociedade, e menos ainda pela Igreja e pelo Tribunal Inquisitor.
Logo após o termino da Madona do Fuso, exatamente em 1502, torna-se engenheiro militar (oficial) de César Bórgia (Duque de Valentino). No mesmo ano viaja com este pelo norte da Itália (período em que desenhou muitos mapas e outros tipos de representações cartográficas), e acaba conhecendo Nicolau Maquiavel. No final desse mesmo ano retorna novamente a Florença, onde no ano seguinte inicia a sua pintura principal, a Mona Lisa, também conhecida como la Gioconda, juntamente com um mural público intitulado de Batalha de Anghiari (que infelizmente devido a problemas técnicos, em relação a nova maneira por ele criada para a execução de afrescos, não o conclui).

Mona Lisa (1503-1507)
Em 1503, Leonardo inicia sua mais celebre pintura, a Mona Lisa. A A Mona Lisa demonstrou o ótimo controle deste em relação as técnicas por ele criadas, a técnica sfumato (Esfumaçado) e o chiaroscuro (Claro e Escuro), mas o sfumato é a técnica principal dessa obra de Arte. Leonardo somente conseguiu concluir a sua celebre obra prima em cerca de 2 a 4 anos; fora pintado três versões antes da atual no mesmo painel, devido a esse excesso de tinta com o tempo surgiram muitas rachaduras que danificaram a pintura. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito, é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. Não se sabe quem seria a modelo da pintura mas, há hipóteses que seja Isabella d'Este ou mesmo Cecilia Gallerani, e ainda Lisa del giocondo (daí La Gioconda); mas tudo leva a crer que seja realmente Isabella d'Este (possivelmente representada em 1490, como La Belle Ferroni'ere).
O historiador Maike Vogt-Lüerssen de Adelaide, sugeriu após ter pesquisado o assunto por 17 anos, que a mulher por trás do sorriso famoso é Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para quem Leonardo da Vinci trabalhou como pintor da corte durante 11 anos. O padrão do vestido verde escuro de Mona Lisa indica, segundo este estudioso, que é um modelo membro da casa de Visconti-Sforza. O retrato de Mona Lisa terá sido o primeiro retrato oficial da nova Duquesa de Milão e pintado no inverno ou verão 1489 (e não em 1503). O autor compara cerca de 50 retratos de Isabel de Aragão, representada como a Virgem ou Santa Catarina de Alexandria (nos quais só a própria duquesa poderia servir de modelo), e conclui que a semelhança à Mona Lisa é evidente. Ao lado um dos retratos da duquesa, pintado por Rafael Sanzio.
Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos.
Em cerca de dois a três anos após o termino da Mona Lisa Leonardo retorna a Milão.
Retorno a Milão (1506-1513)
Algum tempo após retornar a Milão (cerca de dois anos), Leonardo então conclui a sua obra prima AVirgem das Rochas, que é vendida para a Confraria da Imaculada Conceição, para ser posta no altar da igreja no lugar Madona das Rochas (que não foi bem aceita pela confraria devido a alguns detalhes segundo eles “terríveis”); e a pintura rejeitada, Leonardo anos depois levaria para a França juntamente com a Mona Lisa.

A virgem e o menino com Santa Ana
Um ano após seu retorno a Milão, Leonardo da Vinci inicia uma pequena pintura intitulada como Cabeça de Mulher ou La Scapigliata, que fica inacabada, mas, três anos depois serviria de modelo para o rosto de Leda (principal figura do quadro Leda e o Cisne).
Um ano após a pintura La Scapigliata, Leonardo da Vinci inicia uma nova pintura de avultadas medidas (168 x 112 cm). Nessa nova pintura Leonardo controla bastante bem a técnica do sfumato, mas ficou por concluir devido à sua partida para Roma. Esta obra é A virgem e o menino com Santa Ana, que retrata a Virgem Maria, seu filho Jesus e sua mãe Santa Ana (ou Sant’Ana), avó de Jesus, em uma cena privada e intimista da vida dos personagens. O que faz esta pintura incomum é que há duas figuras posicionadas obliquamente, sobrepostas. Maria está sentada no joelho de sua mãe, Sant’Ana. Ela se inclina para frente para segurar o menino Jesus que brinca (um tanto grosseiramente) com um cordeiro, sinal de seu próprio e vindouro sacrifício. Na composição desta pintura, Leonardo mostra novidades que serão adotadas principalmente pelos pintores venezianos Ticiano e Tintoretto, bem como Andréa Del Sarto, Pontormo e Corregio.
No fundo do quadro há cordilheiras geladas, que aos poucos perdem sua nitidez devido à distância. A maior parte das pinturas de Leonardo possui montanhas ou cordiloheiras, devido a sua curiosidade e admiração pelas mesmas.
As figuras, sem exclusão do cordeiro, conservam uma aparência leve e suave através do esbatimento da cor, técnica muito aplicada nas obras tardias de Leonardo, de nome sfumato.

Últimos Trabalhos (Pinturas da Década de 1510)
Leda e o Cisne (Cópia)
Estada em Roma (1513-1516)
No inicio dessa década de 1510, Leonardo iniciou a pintura Leda e o Cisne (um dos dois únicos nus atribuídos a Leonardo), assim como a Madona do Fuso não existe mais; em 1513, da Vinci viajou para Roma (levando consigo o quadro Leda), na verdade ele queria participar da criação de Afrescos na Capela Sistina, mas, devido a intrigas com o papa da época não teve tal oportunidade. Os problemas que Leonardo tivera, fora em relação aos seus estudos de anatomia (algo não bem visto pela Igreja, que considerava como prática herege), em 1515, Leonardo então conclui sua pintura Leda e o Cisne (baseado da Mitologia Grega). A pintura Leda, provavelmente foi destruída pela inquisição da igreja Católica, assim como algumas obras de Botticelli.
Enquanto ainda pintava Leda, Leonardo iniciou outra pintura a óleo (no período de 1513), intitulada de São João Batista, que somente viera a concluir em 1516 (e logo após o seu termino, viaja para a França, a convite do rei Francisco I, levando consigo as obras: Mona Lisa e a Madona das Rochas,e São João Batista). Não se sabe se esta obra fora pintada representando o santo com uma delicadeza feminina propositalmente; acredita-se que Leonardo queria provocar a Igreja, então o motivo da certa representação que parece contradizer a personalidade de João Batista descrita na Bíblia.

Principais trabalhos

Ciência e criações (desenhos)
Estudos de embriões (1510-1513) nos quais retrata imagens impossíveis de se ver na época, mas completamente atuais.
Estudos de Embriões
Leonardo não foi um pintor prolífico, mas foi o mais prolífico desenhista (projetista), mantendo diários cheios de pequenos rascunhos e desenhos detalhados registrando todas as coisas que lhe chamavam atenção. Juntamente com os diários, existem diversos estudos de pinturas, alguns dos quais podem ser identificados como preparações para trabalhos específicos como A Adoração dos Magos, a Madona das Rochas e A Última Ceia.
Talvez até mesmo mais impressionantes que os seus trabalhos artísticos sejam os estudos em ciências e engenhosas criações, registrados em cadernos que incluem umas 13 000 páginas de notas e desenhos que fundem arte e ciência.
Da Vinci tentou entender os fenômenos e descrevendo em detalhe extremo, e não enfatizou experiências ou explicações teóricas. Ao longo de sua vida, planejou uma enciclopédia baseado em desenhos detalhados de tudo. Como não dominava o latim e a matemática, o Leonardo da Vinci cientista era ignorado pelos estudiosos contemporâneos.
Ele participou em autópsias e produziu muitos desenhos anatômicos extremamente detalhados e planejou um trabalho inclusive com humanos e anatomia comparativa. Ao redor do ano 1490, ele produziu um estudo das proporções humanas baseado no tratado recém-redescoberto do arquiteto romano Vitruvius. Leonardo debruçou-se sobre o que foi chamado o Homem Vitruviano, o que acabou se tornando um dos seus trabalhos mais famosos e um símbolo do espírito renascentista. O desenho reproduz a anatomia humana conduzindo eventualmente ao desígnio do primeiro robô conhecido na história que veio a se chamado de O Robô de Leonardo.
Fascinado pelo fenômeno de vôo, Da Vinci produziu detalhado estudo do vôo dos pássaros, e planos para várias máquinas voadoras, tentou aplicar seus estudos para os protótipos que desenhou, o primeiro batizado de SWAN DI VOLO (Cisne voador), segundo especialistas é de 1510, inclusive um Helicóptero movimentado por quatro homens, e um planador cuja viabilidade já foi provada.
Em 1502 Leonardo da Vinci produziu um desenho de uma ponte como parte de um projeto de engenharia civil para Sultão Beyazid II de Constantinopla. Nunca foi construída, mas a visão de Leonardo foi ressuscitada em 2001 quando uma ponte menor, baseada no projeto dele, foi construída na Noruega.
Os seus cadernos também contêm várias invenções no campo militar: canhões, um tanque blindado movimentado por humanos ou cavalos, bombas de agrupamento, etc., embora considerasse a guerra como a pior das atividades humanas. Outras invenções incluem um submarino e um dispositivo de engrenagem que foi interpretado como a primeira calculadora mecânica. Nos anos dele no Vaticano, planejou um uso industrial de poder solar, empregando espelhos côncavos para aquecer água (inventou a primeira máquina a vapor).

O famoso homem vitruviano.
Em astronomia, acreditou que o Sol e a Lua giravam ao redor da Terra, e que a Lua refletia a luz do Sol devido a ser coberta por água.
Outros desenhos de interesse incluem numerosos estudos de deformidades faciais que são freqüentemente referidas como caricaturas, enquanto que uma análise mais próxima da estrutura do esqueleto indica que a maioria foi baseada em modelos vivos. Há numerosos estudos do belo jovem Salaino com seu raro e admirável traço facial, o assim chamado “perfil grego”. Ele é frequentemente retratado usando fantasias.
Leonardo é conhecido por ter desenhado composições para carros alegóricos (quadros-vivos) com os quais podia estar associado. Outros desenhos, frequentemente meticulosos, mostram estudos para drapejamento (pano para cortina). Um desenvolvimento marcante na habilidade de Leonardo em drapejamento ocorreu em seus primeiro anos.

Modelos de máquinas voadoras planejados por Leonardo
Da Vinci não publicou e nem distribuiu os conteúdos de seus cadernos. A maioria dos estudiosos acredita que Leonardo quis publicar os cadernos e fazer com que as sua observações fossem de conhecimento público. Eles permaneceram obscuros até o século XIX.
A influência de Leonardo na história da arte européia é bastante profunda. Algumas técnicas desenvolvidas por ele, destacadamente o sfumato e o chiaroscuro, tornaram-se uma regra para a pintura dos séculos vindouros.
É considerado por muitos como o arquétipo do Homem do Renascimento.
Grande inventor de sua época, Leonardo da Vinci era um homem à frente de seu tempo. Seu interesse e criatividade em vários campos de estudo deram origem a invenções como: salva-vidas, pára-quedas, bicicletaq, entre outras.
Curiosidades
A personalidade de Da Vinci sempre foi cercada por uma aura de mistério. Engenhosidades foram vistas com suspeita em uma época crua e com ideologias rigorosas.
Em um ambiente ainda muito influenciado pela Igreja Católica era fácil trocar um estudo científico aprofundado por uma heresia; logo, especula-se que Da Vinci acabou optando pela clandestinidade para expressar o que realmente acreditava. Muitos sustentam que Da Vinci era pagão e que só explorou as instituições religiosas para tirar lucro das incumbências deles.
Alguns simbolistas dizem que há mensagens escondidas em seus trabalhos que reforçam esta idéia. Apesar disso, há diversos estudos contemporâneos que atestam que Da Vinci foi um ateu fervoroso. Não obstante isto as suas obras de arte, dentre elas a A Última Ceia o colocam como um dos maiores expoentes da Arte Sacra.
As lendas em Da Vinci são múltiplas e elas ainda inspiram até hoje imaginações em cima de todo limite. O Código de Da Vinci é o exemplo contemporâneo mais evidente que a história do artista ainda desperta numerosas curiosidades e como muitas polêmicas. Os textos são analisados do ponto de vista simbólico entre seus trabalhos mais importantes.
Para citar o mais conhecido, há teorias que Mona Lisa é um auto-retrato, mas com feições femininas, explicando assim o sorriso ambíguo. No entanto, a idéia mais aceita é que o retrato ilustra a da esposa do comprador, Francesco Bartolomeo del Giocondo - daí o nome La Gioconda. Mas mesmo assim, ainda há o simbolismo por trás do nome: o nome Mona Lisa poderia ser um anagrama de duas divindades egípcias da fertilidade Amon e L'Isa, muito referenciadas pelos pagãos da época. Esta última hipótese foi inventada pelo escritor Dan Brown no seu livro O Código Da Vinci. Carece, contudo, de qualquer fundamentação histórica, tendo sido duramente criticada por estudiosos de arte. De fato, Leonardo não punha nomes nos seus quadros. O nome Monalisa foi dado à pintura por Giorgio Vasari, quase três décadas após a morte do pintor.
Da Vinci tinha um amor natural pelos animais. O historiador Edward McCurdy, citado no livro Jaulas Vazias, do filósofo e professor emérito Tom Regan, menciona: "a mera idéia de permitir o sofrimento desnecessário e, mais ainda, de matar, era abominável para ele". Segundo os relatos verificados por Regan, o inventor adotou uma dieta vegetariana na infância, por razões éticas. Leonardo teria atacado a vaidade humana com as seguintes palavras: "Rei dos animais - é como o humano descreve a si mesmo - eu te chamaria Rei das Bestas, sendo tu a maior de todas - porque as ajudas só para que elas te dêem seus filhos, para o bem da tua goela, a qual transformaste num túmulo para todos os animais. Efeitos de Pintura a óleo desenvolvidas por Leonardo da Vinci

FONTE: WIKIPEDIA

Literatura Braileira (Alphonsus Guimarães)

Ismália
Alphonsus de Guimaraens


Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

oooo0oooo
Autor comenta:
Na vida, muitas são as alternativas para o crescimento pessoal, mas estar sempre alerta, à moda dos Escoteiros, para que a lua que se almeje seja a do céu(real) e não a do mar(ilusão).
Boa sorte !!

Nota sobre o Poeta

Alphonsus de Guimaraens (Afonso Henriques da Costa Guimaraens), nasceu em Ouro Preto (MG), em 1870 e faleceu em Mariana (MG), em 1921. Bacharelou-se em Direito, em 1894, em sua terra natal. Desde seus tempos de estudante colaborava nos jornais “Diário Mercantil”, “Comércio de São Paulo”, “Correio Paulistano”, “O Estado de S. Paulo” e “A Gazeta”. Em 1895 tornou-se promotor de Justiça em Conceição do Serro (MG) e, a partir de 1906, Juiz em Mariana (MG), de onde pouco sairia. Seu primeiro livro de poesia, Dona Mística, (1892/1894), foi publicado em 1899, ano em que também saiu o “Setenário das Dores de Nossa Senhora. Câmara Ardente”. Em 1902 publicou “Kiriale”, sob o pseudônimo de Alphonsus de Vimaraens. Sua “Obra Completa” foi publicada em 1960. Considerado um dos grandes nomes do Simbolismo, e por vezes o mais místico dos poetas brasileiros, Alphonsus de Guimaraens tratou em seus versos de amor, morte e religiosidade. A morte de sua noiva Constança, em 1888, marcou profundamente sua vida e sua obra, cujos versos, melancólicos e musicais, são repletos de anjos, serafins, cores roxas e virgens mortas.(fonte: Itaú Cultural)
Publicado no livro Pastoral aos crentes do amor e da morte: este poema, integrante da série "As Canções", foi incluído no livro “Os cem melhores poemas brasileiros do século”, Editora Objetiva, Rio de Janeiro, 2001, pág. 45, uma seleção de Ítalo Moriconi.

Friday, November 02, 2007

Hino Nacional Brasileiro

Hino Nacional Brasileiro

Música de Francisco Manoel da Silva
Letra(composição) de Joaquim Osório Duque Estrada


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido
À imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores".
Ó Pátria amada,
Idolatrada
Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada

Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil !

Sunday, October 21, 2007

Ser Jovem

Ser jovem é um estado de espírito em que nos encontramos. De um lado temos o nosso lado criança, que perdemos gradativamente e, por outro, a fase adulta onde novos desafios surgem e responsabilidades arcam sobre nossas costas. De certa forma ser jovem é uma dádiva divina que devemos agradecer a cada instante .
Existem pessoas muito novas de idade, mas que são extremamente "velhas" e vice-versa .
Ser jovem é saber vislumbrar um mundo melhor, por pior que lhe possa impressionar no momento. Ser jovem é ter esperança de dias melhores e lutar para ir de encontro a eles. É contruir, tijolo a tijolo. o alicerce daquilo que chamamos de futuro. O jovem tem um papel muito importante no mundo, pois somente essas pessoas especiais é que poderão mudar o rumo da humanidade. Atitudes que os "adultos" chamam de rebeldes nada são mais do que sinais de mudanças. Mas que essas mudanças sejam sempre benéficas para si mesmo e para a sociedade. O mártir é um papel de romances, novelas e filmes, mas não podemos nos negar a riscos, pois viver já é um grande desafio e desve ser muito bem enfrentado..
O valor de cada pessoa não está naquilo que outros podem ver, mas sim, naquilo que se traz dentro de si como o caráter, a educação, a auto-estima alta e o respeito para com os outros e principalente para consigo mesmo.
Se o mundo lhe parece uma droga, saiba que existem siturações muito piores e que você nem imagina como seja. O fardo da vida que cada um carrega é tão pessoal que você somente pode compartilhá-lo com alguém de sua inteira confiança. Veja sempre o lado bom da vida e tenha aquilo que você julga de ruim como uma experiência a não ser repetida. Os conselhos dos mais velhos, isto é, dos mais vividos, é muito importante. Aproveite o que for possível para a sua vida, é uma questão de bom senso e de inteligência. Certamente nem toda a experiência de vida de outras pessoas servirão para você, mas o que for possível aproveitar, é inteligente.
O jovem de idade sabe ou deve ter a consciência de que é uma fase passageira, mas que os aprendizados poderão determinar o seu futuro. Às vezes uma atitude errada pode mudar completamente o rumo de sua vida, por isso devemos pensar um pouco mais sobre nossos atos.
Precisa sonhar e esses sonhos devem se renovar a cada dia, devem rejuvenescer....
Ser jovem é maravilhoso, pois o jovem se transformam a cada minuto e, dotados de inteligência que somos, essas transformações devem ser sempre para o melhor.
O peso de uma boa amizade é o mesmo de uma má, porém com resultados completamente contrários. Um é para o bem e outro é para o mal.
Ser jovem é ter sonhos que podem ser re-sonhados , planos que podem ser re-planejados, fé que deve ser reforçada a cada instante. O jovem deve amar a si mesmo, com toda a imperfeição que a gente se auto-intitula, mas precisamos saber que não existe perfeição senão aquela vinda de Deus. Todos, sem exceção, ten seus defeitos, por isso somos "seres humamos".
Se às vezes nos sentimos solitários é justamente porque estamos tentando nos situar dentro de um contexto de um mundo muito complicado.
Talvez eu não tenha me expressado corretamente, mas como sou jovem,,, você sabe....imperfeito.
Viva a juventude, seja jovem, seja feliz !!! Boa sorte !!!
Leonardo
Dedicado a minha querida e linda filhinha....Anne

Saturday, September 22, 2007

Salmo 22/23 -Rei Davi

O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes,restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva,por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro,nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo.Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça,e transborda minha taça. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-mepor todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias.(Salmo 22/23 atribuído ao Rei Davi)

Friday, June 29, 2007

musica para descontrair

Automatic sign to singsnap.com-to listen all musics, all members -
Thank you very much for the visit and I hope you enjoy yourself !!
Okekusan, arigatou gozaimasu - Irashaimase !!! Kokoro kara uta-wo utaimashita.



http://www.youtube.com/watch?v=CdD7REbjWO0

ITS NOW OR NEVER - http://www.singsnap.com/snap/r/b91db825

YOU NEEDED ME - http://www.singsnap.com/snap/r/bb1991a2

Thursday, May 17, 2007

Mau humor é doença.(psicologia/comportamento)

O problema é chamado de distimia e o doente, mal-humorado, acha que esse é só um traço de sua personalidade.
"O mundo parece que não foi feita para a gente." Com essa frase, talvez resuma o sentimento de um mal-humorado crônico, o diagnosticado(a) como distimia. Rabugice, raiva, intolerância e insatisfação fazem parte da vida, mas quando se tornam constantes, é sinal de qual a pessoa pode ter distimia, um problema para o qual há tratamento. O mau humor pode ser doença. Isso depende do tipo de estrago que ele faz na vida da pessoa. O ser humano tem recurso para ser feliz e realizado, independentemente das questões extremas. A vida moderna, com correria, estresse e trânsito, pode até contribuir, mas não é fator determinante. Se fosse, não existiriam pessoas bem-humoradas, apesar de tudo isso. O problema é que o doente acha que a intolerância é um traço de sua personalidade, uma maneira de ser, e sempre acaba encontrando desculpas para sua infelicidade. É claro que todos têm dias ou fases em que não estão bem. E isso é muito frequênte acontecer em períodos de transição na vida, como da infância para a adolescência ou na entrada da velhice. Por não entender ou aceitar as transformações, a pessoa fica mal-humorada como forma de defesa. O normal é isso passar com o tempo, mas pode não acontecer de dar origem à distimia, que se caracteriza e é diagnosticada após dois anos de sintomas. Quanto mais mal-humorado, maior é o comprometimento. Quando há a patologia, o indivíduo perde amigos, não pára em emprego nenhum e a auto-estima é muito baixa. O tratamento pode ser feito com psicólogo ou psicoterapeuta. Muitas vezes são necessários os dois, depende de grau do mau-humor e se há distimia ou algum problema hormonal, endocrinológico. Se for doença, pode ser recomendado também o uso de antidepressivos ou ansiolíticos. Particularmente sempre tive comigo a certeza de que não existe pessoas "bravas", mas sim alguém que não encontrou o equilíbrio em sua personalidade capaz de se fazer aceito em um núcleo social ou mesmo conflito consigo mesmo, utilizando-se deste artifício como uma válvula de escape para as suas frustrações e a sua vida mal resolvida. O mau humor na infância faz com que a criança fique briguenta, de poucos amigos, optam pelo auto-isolamento, baixo rendimento escolar, intolerância e explosões frequêntes de raiva. Há a necessidade de se atentar a esses sinais, pois isso pode indicar um quadro patológico. Cabe ao educador, pois a criança passa uma boa parte de seus dias na escola, comunicar à família ao primeiro sinal, que pode ser indicativo da necessidade de uma busca a profissional especializado, os já citados acima. Existem, dentro deste campo vasto de discussão alguns mitos. Há casos em que o mau humor é sinal de uma depressão leve, que não impede o paciente de levar a vida normalmente, mas que deve ser tratada. Quando se trata de uma patologia psiquiátrica, não só pode como deve, ser submetido o paciente a um tratamento medicamentoso, sem dispensar o psicológico. E errado pensar que é normal as pessoas mais velhas serem mais mal-humoradas e, quando isso acontece, é devido a uma doença psiquiátrica. Existem alguns números colhidos através de pesquisas a profissionais e pacientes: 71% dos pacientes, com distimia virão a ter algum outro diagnóstico psiquiátrico, particularmente do tipo depressivo. 5% da população têm distimia. De 15 a 20% dos pacientes com distimia tentam o suicídio. Sintomas principais: Para começar o mau-humor, além de raiva constante, irritabilidade e agressividade. Trata-se de um estado depressivo crônico, normalmente atípico e dissimulado pelo mau humor, chatice, birra, implicância e desânimo. Além disso, o distímico costumam apresentar alguns sintomas como a falta de apetite, insônia ou hipersonia, pouca energia ou fadiga, baixa auto-estima, pouca concentração ou dificuldades para tomar decisões e sentimento de desesperança. O mau-humor pode causar males como hipertensão e aumentar as chances de câncer e doenças do coração, além de elevar os riscos de acidentes, pois a pessoa vive tensa e gera tensão ao seu redor,. Além disso, aos pouco, vai afastando amigos e não consegue parar no emprego, acabando por isolar-se completamente, conforme mencionamos anteriormente. O mau humor não escolhe idade ou sexo, porém, segundo especialistas, as tendências de ocorrências situam-se em fases de transições da vida do indivíduo. Quando se trata de doença, a distima não costuma passar com o tempo, mas sim, se não tratada, a piorar, pois de uma depressão leve pode se converter em uma depressão profunda. Algumas dicas para espantar ou atenuar o mau humor: No caso da distimia, é preciso acompanhamento médico, as sempre há o que se fazer para relaxar e esquecer os problemas. Tome um banho quente no final do dia, faça um escalda-pés, peça uma masssagem nos pés, tome sol pela manhã, pratique exercícios físicos, faça algum tipo de meditação como a ioga, por exemplo, evite contato com outros mau-humorados. A vida é muito preciosa para ser acabada ou degradada em detalhes tão insignificantes quanto a sua grandeza. O bem-viver nem sempre está em grandes feitos, grandes sonhos, sucesso, dinheiro ou fama. Muitas vezes está nos detalhes, que deixamos passar desapercebidos por não nos amarmos suficientemente. Sem narcisismo ou egoísmo exagerado.
Seja feliz e saudável. Tomara que este pequeno texto lhe seja útil. Boa sorte. Obrigado.
Leonardo Suda.
Pesquisa Revista Look ano 07/77

Saturday, May 12, 2007

Saturday, May 05, 2007

O PODER DO PERDÃO

Existem teses defendida por estudiosos de que o perdão é fundamental para a evolução da humanidade. As habilidades de perdoar e pedir perdão regulam as relações humanas e protegem a saúde, garante o psicólgo americano Frederic Luskin. Especialistas no assunto, Luskin ensina técnicas para quem quer aprender a perdoar na Universidade Stanford(EUA) onde dirige o Projeto Perdão, em palestras e em livros como "o poder do perdão", traduzido para diversas línguas, portuguesa, inclusive. Algumas conclusões destes estudos afirmam que o perdão é um sentimento muito benéfico a quem o recebe ou a quem o concede., além de salvar casamentos, amizades que, além de não terminarem depois de uma crise, ajuda o organismo a ficar fortalecido contra diversas doenças, pois quem guarda ressentimentos estimula o organismo a liberar substâncias químicas que enfraquecerem o sistema imunológico, prejudicam o sistema nervoso e o coração e causam dores, depressão e estresse. O grande propagador do perdão são as religiões, daí a existência dos "milagres" (coloco entre aspas, pois é matéria de foro particular de cada indivíduo ou um grupo que se convergem em pensamentos comuns) Entretanto muitos de nós testemunhamos inexplicáveis fenômenos que ocorrem em determinadas pessoas, a partir do abrandamento de suas mentes e a receptividade de bons fluidos fazem com que essas mentes operem os chamados milagres que nada mais é do que permitir que a mente trabalhe a seu favor e que a sua força se torne plena. O perdão, o verdadeiro perdão, não aquele da boca para fora, mas aquele que vem de um sentimento sincero, puro e desinteressado, é capaz de levar nossa mente a um estado tão elevado que nos permite ver a beleza mesmo onde ninguém, fora deste estado, consegue. Sabemos que perdoar não é fácil, pois se nossa dignidade, nossa humildade ou a nossa moral foi abalada por algum desencontro de entendimentos, a nossa reação é nos fechamos em copas para esses acontecimentos e, quando eles são ligados a outra pessoa, essa passa ser o "target", o alvo de todo o nosso ódio e ressentimento. Se nunca for conversado, este sentimento ruim tende a piorar cada vez que nos deparamos com ele e tentamos uma fuga para dentro de nós mesmos, provocando assim uma cadeia de reações químicas em nosso cérebro, que se irradia pelo corpo inteiro.. pode ser a sudorese, a robrudez, o descontrole dos músculos, salivação excessiva e outras reações que o corpo responde àquele estímulo cerebral, como uma arma de defesa. Já, por sua vez, o perdão costuma quebrar esse ciclo e permite ao organismo funcionar de acordo com a especificidade de suas atividades . No mínimo as pessoas devem se colocar no lugar da vítima para se dar o primeiro passo para o perdão. O perdão faz uma faxina no corpo e na mente, elimina os preconceitos. Para se perdoar há de se ter "coragem", pois quem sofre não é aquele que fez o mal, mas aquele que não concedeu o perdão, ressalta o psicólogo. Quem não perdoa, prende a sua mente e a sua vida. É como que se assistisse um filme detestável milhares de vezes, mesmo sabendo o final, continuamos a assití-lo. É como uma obsessão compulsória, isto é, resumindo, uma doença mental instaurada em nós mesmos, por nós mesmos. A seguir relacionaremos os nove passos para o perdão, de acordo com os estudos e conclusões de Luskin:
1-Avalie como você se sente sobre o que aconteceu até o ponto de poder articular claramente porque a situação lhe causa mal-estar. conte o incidente para duas pessoas quem você confie 2-Prometa para si mesmo que fará o for necessário para se sentir melhor - afinal, o maior beneficiado como perdão é você, mais ninguém. 3- Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o magoou ou aceitar a atitude dela.O objetivo é encontrar a paz e o entendimento obtido quando resolvemos mudar o nosso papel de vítima na história , passando a culpar menos quem nos fez algum mal e a não ver a experiência apenas do ponto de vista pessoal. 4-Faça um esforço para ter uma perspectiva clara do que está acontecendo. Reconheça que a sua angústia é resultado da mágoa, pensamentos e perturbações que você está sofrendo agora e não do que ou de quem o ofendeu há dois minutos ou anos.. 5- Quando estiver se sentindo perturbado, ponha em prática alguma técnica de controle de estresse para relaxar o corpo e não deixar que ele (o estresse) reaja, liberando substâncias químicas nocivas à saúde. 6- Livre-se das expectativas sobre as pessoas e a vida. Concentre-se em ter saúde, amor, amizade e prosperidade. E batalhe para isso. 7- Gaste mais energia buscando meios para atingir suas metas positivas do que com a experiência negativa que teve. Em vez de ficar martelando fantasias rancorosas, encontre novas formas de conseguir o que você quer e, seguir em frente. 8-Lembre-se que uma vida muito bem vivida é sua melhor resposta. Valorize as coisas boas e à sua volta. Concentrar em velhas feridas é dar força a quem o prejudicou. 9-Use sua história de dor como uma lembrança da escolha heróica de perdoar. Para os estudiosos práticos e teóricos da religiosidade, o perdoar é um Dom advindo de Deus e que está ao alcance de todos, sem privilégios. de raça, credo religioso, condição financeira ou status social. Se ainda tiver alguma dúvida sobre o perdão, estude mais sobre os grandes mestres religiosos da história e Cristo é a melhor referência. Boa sorte !!!

Saturday, February 17, 2007

O PODER PODER(miscelâneos)

É o sonho de muitas pessoas deter o poder sobre alguma coisa, sob variados aspectos da trajetória da vida. Nascemos, crescemos. envelhecemos e morremos. Essa é a tônica de nossa passagem por este universo, porém para muitas pessoas, renascemos e o ciclo continua. Em sua evolução, o homem não tem o poder sobre o seu nascimento, mas tem relativo poder sobre as demais fases de sua existência graças a um dom chamado de inteligência que, quando mal utilizada (desinteligência), pode abreviá-las, independentemente do que chamamos de destino quando nos falta argumentos para aceitarmos determinadas tormentas de nossa vida ou justificativas para um ato irracional, des-pensado, um estalado de segundos, que pode marcar a guinada de nossas vidas norteando-se, opostamente à sorte (palavra que se utiliza para justificar uma série de coincidências positivas, mas que pode ter efeito colateral muito agudo, se mal administrada). De tudo isso, a única e real certeza é que estamos aqui, agora, neste instante, respirando e vivos e, como é de praxe, somos passageiros de uma grande aeronave que viaja rumo ao apex e que podemos desembarcar em qualquer estação e aí continuarmos a viagem apenas nas lembranças do que fomos ("Quando morremos, deixamos para traz de nós tudo o que possuímos e levamos conosco tudo o que somos"). Pensando assim, é claro que devemos viver intensamente o presente, mas de forma muito responsável e, pensando que provavelmente haverá um futuro, prover-se adequadamente para que continuemos passageiros desta aeronave abastecidos (diferentemente de abastados) e abastecermos nossos descendentes, suficientemente para que os mesmos se arritimem e continuem a nossa viagem. O abastecimento não é apenas de alimentos para o corpo, mas também de alimentos para a mente e alma. Os alimentos para o corpo são comuns, pois instintamente os buscamos para sobreviver, porém os alimentos da mente e da alma são menos expontâneos na natureza, pois são cognitivos. São os valores fundamentais de um ser humano que vive em sociedade onde todos tem direitos e obrigações e, dentre estas obrigações estão as "regras do jogo", que devem ser devidamente observadas e respeitas . Os primeiros e mais importantes estão no seio familiar, nosso primeiro rascunho de convívio social. A modernidade de pensamentos e conceitos trouxeram à sociedade atual um status muito diferente do que conhecemos como estrutura familiar, pois na necessidade de os pais buscarem espaços em campos de trabalhos cada vez mais competitivos, os perfis familiares mudaram radicalmente. Seria o normal que os pais, na hora da refeição pudessem reunir a família ao redor de uma mesa, ceiarem a refeição em harmonia e, ao final dela, continuarem a conversar e discutir sobre todos os assuntos de interesses e bem estar desta célula máter, mas hoje em dia, com os adventos tecnlógicos(tv/internet) evoluídos e a acirração da batalha do dia-a-dia, pouco tempo sobra para "um dedinho de prosa": O pai chega tarde do trabalho por causa do trânsito, por exemplo. A Mãe também está cansada, pois além do trabalho fora de casa, tem que coordenar para que a casa funcione. Os filhos, uns saem correndo para não se atrasarem ao colégio, outros querem ver na televisão um programa favorito, outros, jogar videogame, outros conectar-se à internet e assim por diante sem que se sobre muito tempo para uma conversa proveitosa. São só esbarrões e desencontro de horários, consequentemente das pessoas. Resta então aos pais confiarem nos ensinamentos básicos, aqueles passados a partir da infância, e deixarem que o mundo tome conta de suas crias, afinal é mais comum conversarem com "amigos" e colegas de trabalho do que propriamente com os pais e irmãos. Principalmente problemas pessoais que, a "conselhos" de terceiros, ficam mal-resolvidos, criando-se provavelmente um trauma e um ciclo vicioso para a futura geração. Pensamos que a falta de tempo é outra desculpa para que fujamos à responsabilidade por tudo que acontece à nossos olhos e percepção, mas não é o caminho correto. Tudo tem o seu tempo e, neste caso, o poder sobre o tempo é muito importante e não o contrário. Perder o poder sobre o seu tempo é a maior perda que o homem tem em sua vida. Poder e tempo é uma conjugação perfeita, pois imagina o velho que sabe muito, mas não tem muito tempo para usufruir ou transferir esses conhecimentos e o jovem que tem muito tempo, mas muita inexperiência. Se vivêssemos um processo inverso: nasceríamos velhos, inteligentes, cheio de conhecimentos e morreríamos bebês, já sem a habilidade que pode prestar durante a sua fase áurea, no alto do seu desempenho intelectual e, posteriormente, físico. Seria o que pensamos como ideal, mas é uma irrealidade somente com o intuito de levar o leitor ao ludismo, para dentro de si, imaginando o que poderiam fazer numa situação como esta, mas se aplicarmos estes mesmos pensamentos, agora inversos, teremos frutos saborosos e uma linda semente plantada para a sequência da vida. O poder é uma arma importante que os seres vivos adotam para a sua sobrevivência, mas o homem, buscou sentidos novos para a palavra e impôs valores artificiais para se destacarem numa sociedade acirradamente competitiva e até dentro do chamado "mundo-cão". Temos o poder do dinheiro, que nos dias atuais encabeça a lista do possível para quase todas as possibilidades do homem, mas os poderes se diluem em muitos tipos, de bons a perversos, mas mesmo assim, quase todos querem o poder, a qualquer custo até para muitos. O Poder é para todos, mas nem todos o alcança e o Poder também significa subjulgo, pois nunca haverá um rei sem súditos. Para muitos o Poder é verbo e para tantos muitos outros, substantivo. Por menos poder que você tenha, saiba que podes ter mais poderes ainda, basta querer !!

Wednesday, February 07, 2007

O CORPO FALA (saúde/medicina)

Postura errada é o principal motivo para as dores nas costas, mas a falta de exercícios também ajuda a piorar o desconforto.
Causa de pelo menos 80% da população, as dores nas costas são uma das reclamações mais frequêntes nos consultórios dos ortopedistas. Mas não é por se tratar de um problema comum que as dores devem ser ignoradas. Pelo contrário, se a dor é persistente, a tendência é de que ela se agrave com o tempo, se não for tratada adequadamente.. Segundo especialistas, as dores mais comuns são causadas por erro de postura, incorreção no levantamento de um peso, permanência em uma mesma posição por muito tempo, por exemplo. Pode também ser como causa um acidente, uma doença, mas que são mais facilmente diagnosticados por um especialista. Dormir em um colchão nem muito macio, nem muito duro, mas que se molde levememte ao formato do corpo. Os travesseiros devem ser adequados à postura ereta da coluna cervical sem fique a cabeça num patamar muito elevado ou baixo, além dos travesseiros auxiliares, o do corpo, que é comprido e que se pode utilizá-lo abraçado, com uma das extremidades escorando o queixo (levemente) para que o pescoço não se dobre e obstrua a glótis, ocasionando dificuldades de aeração dos pulmões e, inclusive, apnéia do sono, porém o mais recomendado por especialistas é dormir de lado, utilizando também o travesseiro de joelhos e pernas (que evita o atrito das mesmas) ou mesmo os compridos que, do queixo, se alongue ao corpo, até as pernas, ou um específico, que se encaixe entre as pernas, na altura dos joelhos. Atentos de que o travesseiro jamais deverão ser colocados diretamente ao sol, mas sim, em lugar ventilado, para evitar a proliferação de bactérias e ácaros, que "gostam" de ambientes quentes. Afinal uma noite bem dormida é que propiciará um novo dia, com pensamentos claros, sem os cansaços normais de uma noite mal dormida. É recomendável também que, antes de se levantar da cama, se faça alongamentos, como o espreguiçar longo.Outro membro muito importante, porém poucos lembrados são os pés, que merecem mais atenção do que recebem por parte da maioria das pessoas, afinal são eles que nos conduzem de um lado para outro e, um desconforto qualquer é motivo de apreensão e muita incomodação. A prevenção é o caminho mais curto para manter a saúde dos pés. Calçados devem ser confortáveis e adaptados aos pés, sem que apertem em algum ponto, o que pode causar uma calosidade ou mesmo problema de articulação, passível de uma tendinite. Quem usa sapatos fechados durante todo o tempo do dia deve mantê-los o mais seco possível. Preferencialmente que não sejam usados mais que dois dias direto, o que contribui para a proliferação de bactérias e fungos, daí a importância de se ter outro par de sapatos para revezamento e, sempre mantê-los em lugar ventilado, não diretamente ao sol que pode ressecar o couro e criar ambiente propício aos fungos e bactérias, causadores de micoses, por exemplo. Outra maneira de se previnir é secando os pés, os vãos dos dedos com uma toalha, com um secador com temperatura baixa ou mesmo utilizando pós adequados para os pés, após secos da lavagem. Cortar regularmente as unhas, de maneira a evitar que os dedos se machuquem com o atrito. Eliminar as calosidades com uma pedra pome, por exemplo, consultar um especialista(podologista, clínico geral ou um dermatologista), em casos mais graves de lesão e de algum desconforto, que também pode ser assunto de um ortopedista. Ao dormir, recomenda-se despir os pés de meias, afinal eles também precisam respirar. Demais, ser feliz com seus pés. Mãos, tão clamadas e veneradas, mas nem sempre tomados os devidos cuidados para uma performance saudável, afinal são através das nossas mãos que a nossa alimentação é preparada e que elas são um cartão de apresentação, pois dirá, se mal tratadas, do desleixo da pessoa com o que se lida por intermédio das mãos. Uma unha mal aparada, não devidamente limpa ou uma pele ressecada e escamosa, não é um bom cartão de visita de quem prepara ou serve um alimento. Uma bom trato manicuro pode lhe propiciar um bem estar e causar ótima impressão, afinal a higiene faz parte da boa saúde, sem esquecer da importância das mãos. Caso um trato manicuro seja algo distante da sua convicção ou do seu tempo disponível, ou mesmo do seu bolso, o negócio é fazer a sua parte: um bom aparo de unhas, água e sabão abundantes, um creme suavizador (principalmente em tempos secos), manter sempre as mãos em dia, afinal são elas a do afago, do cumprimento, da realização de tarefas importantes, do preparo de alimentos, do remédio, da oração, da comunicação, do anel... . Hoje em dia, com o aquecimentos global e a destruição de camadas de ozônio da atmosfera, os raios solares são menos filtrados, o que propicia aparecimento de doenças cutâneas, queimaduras e outros malefícios que podem perfeitamente serem contornados ou evitados.O cuidado com o sol deve ser muito bem observado já que, mesmo em dias nublados, os raios ultravioletas e outros continuam a incidir sobre a terra e, a utilização de cremes protetores são necessários, evitando assim problemas epidérmicos e os desconfortos causados pelo exagero à exposição solar. Observar a necessidade do sol, pois é fonte de vitamina E para o nosso organismo, que ajuda a sintetizar outras vitaminas, como a C, evitando diversas doenças, mas é preciso que se observe os horários em que o sol não incida tão diretamente seus raios, que seja de manhã, até as dez horas e à tarde, a partir das quatro horas, mas mesmo assim com o cuidado de utilizar um protetor de fator mínimo de 25 (varia conforme o tipo de pele, que pode ser de vários tipos, mais do que a que temos conhecimento - normal,seca, oleosa e mista, porém existem variações diversas). O sol nos traz inúmeros benefícios, indispensáveis, diria, porém o excesso pode causar graves dermatites, manchas, cânceres, dentre outros problemas, por isso não custa nada se previnir e se cuidar com receitas caseiras ditas como milagrosas, bronzeamentos artificiais, sem o acompanhamento de um especialista ou mesmo um auto bronzeamento por exposição ao sol, numa praia, por exemplo. Pele bronzeada não é exclusivamente ligado a uma pele saudável, mas uma pele saudável pode ser bronzeada ou não, a opção é sua. Os olhos. Muito importante, importantíssimos para quem se privilegia de tê-los perfeitos ou corrigidos por aparelhos, como óculos, por exemplo. Existem inúmeras doenças que podem afetar este importante órgão do nosso corpo, porém muitos males podem ser prevenidos se tomarmos cuidados necessários para tal. Mantê-los sempre bem higienizados com produtos neutros e colírios indicados por médicos, principalmente quem faz uso de lentes de contato esses cuidados devem ser ainda mais reforçados e mantê-los sempre umidificados é muito importante e, para quem usa lentes de contato, existem produtos especiais, normalmente indicados por seu oftalmologista. Para quem acha que tem a visão e olhos normais, não custa fazer uma revisão de tempo em tempo, pois pode haver a manifestação de algum problema hereditário ou causados por outros motivos ligados à prevenção e próprios da idade. Os olhos são janelas para o mundo e devem estar sempre limpos e livres de problemas. Existem inúmeros deles que podemos citar: hipermetropia (quando a pessoa não enxerga corretamente os objetos distantes, pois as imagens são formados fora do ponto de visão dos olhos, mas que em alguns casos mais leves, o olho tem a capacidade de se adptar através de um mecanismo próprio), Miopia (quando os objetos ficam desfocados e tem que ser aproximados dos olhs para vè-los, pois a formação da imagem na retina está alterada em função de problemas com a curvatura) o Astigmatismo(quando letras, principalmente, ficas ilegíveis, por deformação na superfície da córnea e/ou do cristalino), a Catarata, a Plesblopia(vista cansada), a Amblilopia, o Estrabismo, a Conjuntivite, a Blefarite, o Calázaio, o Hordéolo, o Pterígio, a Degeneração muscular, o Diabetes, a Aids, as Uvites, as Oclusões vasculares da retina... Para muitos casos o uso de óculos ou lentes de contato resolvem, porém outros somente por intervenção cirúrgica. Nomes complicados, mas só para citá-los. Uma consulta a um especialista certificará o estado de seus olhos. Outro erro comum é as pessoas comprarem esses óculos com graus que se vende no comércio sem que seja devidamente indicado por um médico. Pode ocasionar mais malefícios do que benefícios aparentes. Exposição aos raios solares também pode prejudicar os olhos por isso, ao se encontrar em locais de incidências muito grandes de raios solares, um óculos escuro pode minimizar seus efeitos, porém devem ser um óculos de boa qualidade e de boa procedência, que não provoque alteração da imagem (grau) e que tenha tratamentos que filtrem os raios ultraviolestas. Uma boa marca ou um especialista pode ser a sua garantia. Outra medida preventiva é abster-se de locais muito fechados onde existe fumaça, poeira e/ou gases químicos. Outro importante órgão nosso é o ouvido, que devemos também ter cuidados especiais como evitar ambientes muito ruidosos (quando não for possível evitar, utilizar-se de protetores auriculares), ouvir sons numa altura moderada, não ficar com f0nes de ouvido por muito tempo no ouvido, ainda mais se estiverem em alto tom, lavar o interior do ouvido e secar, não higienizar com cotonetes empurrando os resíduos de ceras para o interior do ducto auditivo, evitar os instrumentos pontiagudos e ter um acompanhamento médico periódico (oftalmologista ou um otorrinolaringologista) para certificar-se de que tudo vai muito bem com os seus ouvidos. Proteja-os em tempos muito frio, pois com a umidade natural e o impacto de temperatura pode resultar em uma otite. Não se auto-medique.. Enfim existem várias vozes de nosso corpo para as quais devemos estar atentos, até mesmo as silenciosas. Trataremos em outro tópico o sedentarismo, estresse, o envelhecimento natural, dentre outros.
Boa sorte e ouça o que seu corpo diz. É o seu primeiro diagnóstico.